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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"ESQUECER AS OFENSAS RECEBIDAS"

Bom dia !

O esquecimento que vem do perdão concedido, não é um apagar o fato da memória, é apagar simplesmente o rancor.
Se alguém diz "Perdôo mas não quero amizade", não perdoou. Pois quem perdoa dá anistia e indulgência completa, cancela a punição. E não querer amizade é punição motivada pelo rancor ainda presente.
O perdão verdadeiro consolida o relacionamento, renova a confiança e não leva em conta a ofensa recebida.
É difícil, mas é possível.
Quem aprende a pedir perdão, aprende a perdoar e torna-se livre.
Para hoje, dia 10 de fevereiro de 2014:

"ESQUECER AS OFENSAS RECEBIDAS"

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

domingo, 9 de fevereiro de 2014

AJUDAR-NOS MUTUAMENTE

Bom dia !
Existem várias maneiras de nos ajudarmos reciprocamente.
Escutar, aconselhar, advertir, acompanhar, estar junto nas horas difíceis, consolar, alegrar-se com as vitórias, corrigir se preciso. Enfim, viver a vida do outro.
Não basta a intenção, pois a reciprocidade é algo dinâmico e concreto.
A primeira ajuda que podemos dar uns aos outros é a oração. Rezar sempre, lembrar de pedir a Deus bençãos e graças uns para os outros.
Para hoje, dia 09 de fevereiro de 2014:
AJUDAR-NOS MUTUAMENTE

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

HELDER CÂMARA, UM HOMEM UNIVERSAL.

Helder Câmara, um homem universal. 

Eduardo Hoornaert. 
(http://eduardohoornaert.blogspot.com.br)

A cada ano fica mais claro que as dimensões da figura de Helder Câmara ultrapassam as funções que ele ocupou na vida, especificamente a função de arcebispo católico de Olinda e Recife. A cada ano se ressalta mais seu valor universal, para além da diocese, da igreja do Brasil, do catolicismo e mesmo do cristianismo em geral.  O primeiro a enxergar isso, 15 anos atrás, foi o escritor e dirigente comunista francês Roger Garaudy. No livro ‘Helder, o Dom’ editado pela Vozes em 1999 e coordenado por Zildo Rocha, ele escreve textualmente: ‘Meu primeiro encontro com Dom Helder foi o momento mais importante de minha vida’ (p. 29). Não se escreve uma frase dessas à toa. Ela resume uma vida inteira. Ele explica: ‘em 1967, eu estava participando de um encontro em Genebra e, no intervalo de uma das sessões, alguém me procurou para dizer: um arcebispo o espera no corredor´. Era Helder Câmara, que logo tomou a palavra e propôs ao dirigente comunista um pacto: você diz aos comunistas que religião nem sempre é alienação e eu digo aos católicos o socialismo não é algo condenável. Num de seus escritos, Helder Câmara comentou esse momento com as seguintes palavras: ‘eu sentia que no essencial Roger Garaudy e eu pensávamos da mesma maneira’. Um dirigente comunista e um arcebispo católico pensam da mesma maneira! Isso não é sinal de universalismo? E o texto de Garaudy termina com as seguintes palavras: ‘Graças a Dom Helder Câmara, o muçulmano que sou e o marxista que não deixei de ser consideram Jesus o eixo central de minha vida’ (p. 31).

Esse episódio mostra que, já em 1967, Helder Câmara era capaz de transcender o cargo que exercia para enxergar um horizonte mais amplo, o da humanidade como um todo. O mesmo Roger Garaudy, num de seus livros, tinha soltado um grito, dirigido às igrejas cristãs: ‘Devolvam-nos Jesus: Ele nos pertence’. Jesus é do mundo, não das igrejas. E penso que por trás do encontro entre ele e Helder se pode ouvir um grito parecido, dirigido à igreja católica: 
Devolvam-nos Helder Câmara, 
Ele nos pertence.
 É o grito silencioso da bandeira do Movimento dos Sem Terra estendida sobre o caixão de Helder Câmara no dia de seu enterro.
Não, não podemos prender Helder Câmara nas nossas instituições. Como discípulo fiel de Jesus de Nazaré, Helder Câmara pertence ao mundo. Não é bom que suas mensagens fiquem apenas circulando dentro de uma determinada organização. Jesus e Helder: pássaros de voo livre, que não podem ficar presos numa gaiola, por dourada que seja.

Pode parecer um tanto ousado o que digo aqui, mas corresponde perfeitamente ao que nós, seus colaboradores, presenciamos diversas vezes no convívio com Helder Câmara. Pessoalmente trabalhei durante quase 17 anos com ele, desde sua posse em 1964 até a minha saída do clero em 1980. Sempre tive a impressão de que a igreja era para ele um trampolim para a sociedade. Um palanque, um microfone, uma tela de TV, uma difusora. Isso tanto é verdade que a publicidade foi seu maior escudo contra as ameaças de morte que recebia. Ele só não foi morto porque temia-se a repercussão da morte de um bispo famoso. Escapou pela publicidade em vez de fugir na clandestinidade. 

Quero comentar com vocês que numa determinada ocasião ele realmente nos surpreendeu. Numa tarde, parece que foi nos inícios dos anos 1970 ou no final dos anos 1960, ele nos chama para o Palácio dos Manguinhos. Uns vinte padres, mais ou menos. Aí ele começa a dizer que a igreja católica não tem a projeção que merece: o mundo oriental tem Gandhi, os Estados Unidos têm Martin Luther King, mas a igreja católica não tem nenhuma figura que represente o que ela está realmente fazendo neste momento. Fiquei sem saber o que pensar dessas palavras, pois naquele tempo eu não tinha capacidade de perceber o real alcance delas. Pensei: ele está se comparando a Gandhi e Martin Luther King, isso é muito atrevimento. Só depois de sua morte em 1999, cheguei a compreender o real alcance da comparação daquela tarde nos Manguinhos. Hoje, entendo que Helder Câmara efetivamente figura como um símbolo universal, comparável a Gandhi, Martin Luther King e, para falar nos termos de hoje, Mandela. São personagens que por assim dizer delineiam figuras que representam o que há de mais humano no pensamento de uma época, cultura, continente, país, agrupamento humano. São figuras universais, já desligadas da trajetória concreta de suas vidas. Elas tornam-se símbolos universais: independência e verdade (a Satyagraha de Gandhi), superação do racismo (Mandela), opção pelo pobre (Helder Câmara). Hoje vejo claramente que, naquela tarde nos Manguinhos, Helder não estava afirmando sua personalidade, mas revelando uma profunda intuição política, uma visão do âmago das questões.  Se, naquela época, a desenvoltura com que Helder falou de grandes figuras da história me causou certo espanto, era, no fundo, porque naquele tempo eu não tinha a maturidade para pensar em Helder Câmara. Só consegui pensar em Dom Helder. É foi isso, afinal, que me impediu de enxergar a grandeza de suas colocações.
  
Continuemos por uns instantes com a comparação entre Gandhi, Mandela e Helder Câmara, desta vez em termos de estratégia de ação. Gandhi foi o mestre, ele avançou a ideia da não-violência ativa como uma estratégia que escapa ao círculo vicioso da dialética entre ação e reação, situação e revolta,  dominação e insurreição, ou seja, para falar em termos helderianos, da ‘espiral da violência’. Nas conferências entre representantes da Índia e da Inglaterra, Gandhi repetia: a independência da Índia não é só boa para os indianos, mas também para os ingleses. Com isso, ele se mostrou capaz de olhar para além das fronteiras da Índia e de compartilhar os sentimentos ingleses. Nisso se mostrou universalista. Mandela aprendeu isso com Gandhi. De início aderiu a movimentos violentos, o que lhe custou 27 anos de prisão, mas com o tempo aprendeu que a superação do apartheid na África do Sul não era algo bom só para os negros, mas também para os brancos. Nesse ponto, Helder Câmara mostrou-se igualmente discípulo de Gandhi quando nos dizia, muitas vezes: ‘não se trata de vencer, mas de convencer’. Em suas cartas circulares ele repetia: a rejeição dos métodos de tortura e repressão violenta não é só proveitosa para a população, mas também para os militares. Na época, muitos não compreendiam essa postura aparentemente fraca por parte do arcebispo e esperavam dele posturas de confronto aberto. Queriam, sem saber, que ele se metesse no círculo vicioso da espiral da violência, mas Helder tinha lido os evangelhos e estava convencido do princípio supremo do amor ao inimigo, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes. Nisso, ele seguia Jesus como Gandhi seguia os antigos mestres hindus.
 Podemos avançar um pouco mais e dizer que Helder Câmara alçou uma bandeira mais difícil de segurar que as de Gandhi e Mandela. Em seu livro ´A espiral da violência’, de 1978, ele descreve três tipos de violência: a institucional, a revolucionária e a repressiva. A novidade está na descrição da primeira violência, geradora das demais: a instituição de sociedades baseadas na injustiça e, portanto, na violência. Aqui Helder vai além de Gandhi e de Mandela e ataca um problema que subjaz a todos os demais: a pobreza como consequência da violência institucional. O livro ‘A espiral da violência’ mostra que a opção pelo pobre é a grande novidade no cenário mundial dos anos 1970, algo mais profunda e mais complexa que a opção pela descolonização ou pela valorização da raça negra. É uma opção que exige uma análise continuada e sempre atualizada da sociedade. 
Hoje muitas das ideias helderianas começam a se difundir no mundo e na igreja. O papa Francisco pode ser chamado de helderiano. Mas o programa traçado por Helder Câmara é muito exigente: 
Quando dou uma esmola a um pobre, me chamam santo. 
Quando pergunto por que ele é pobre, me chamam comunista. 
Essas duas linhas expressam uma exigência muito grande, melhor, um desafio para todos nós.
Não posso terminar sem esclarecer que não quero dizer que está errado quem continuar falando em Dom Helder, nosso querido Dom. Em minha fala só quis realçar que Helder não necessita do Dom para ser grande. Não se trata de desvalorizar ou ‘secularizar’ o querido Dom. À primeira vista, temos a impressão que dizer ‘Helder’ é diminuir ‘Dom Helder’. Mas isso é apenas uma impressão. O que importa é que a memória de Helder seja um espaço universalista no coração do mundo e lembre a vocação universalista que todos nós carregamos conosco. Para além da igreja, do cristianismo e mesmo das minorias abraâmicas, em direção às minorias de espírito abraâmico espalhadas pelo mundo inteiro.

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sábado, 8 de fevereiro de 2014

ESCUTAR-NOS POR AMOR

Bom Dia !!

Escutar alguém não é apenas ouvi-lo, é antes de tudo acolher o que o outro diz.
É colocar-se no lugar do outro que fala e entender o seu parecer, sua opinião, sua alegria ou seu sofrimento.
Para escutar é necessário fazer um vazio dentro de si, para que o outro possa realmente se exprimir.
Se você já se sentiu escutado alguma vez, sabe bem o que isto significa.
Se nunca se sentiu assim, tente fazer você por primeiro e verá que experimenta a mesma sensação de bem estar que o outro que foi escutado.
Porém, temos que fazê-lo por amor, com amor, em nome do amor recíproco.
Para hoje, dia 08 de fevereiro de 2014:

ESCUTAR-NOS POR AMOR

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

"AMAR-NOS SINCERAMENTE"

Bom dia !

A sinceridade resume em si toda a pureza do amor.
É a transparência em nossos atos que revela as nossas intenções.
As palavras podem camuflar a verdade, se não brotam de um coração sincero e puro.
O amor recíproco só é possível se existem essas condições.
Ele é livre de interesses e não usa subterfúgios. Age movido pelo bem e provoca uma comunhão intensa de dons.
Por essa razão é fonte de felicidade e prelúdio do Paraíso.
Para hoje, dia 07 de fevereiro de 2014:

"AMAR-NOS SINCERAMENTE"

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

“ESTIMAR-NOS MUTUAMENTE”

Bom dia !
A estima por alguém não deve ser algo formal, que soa mais como bajulação.
Deve ser fruto do reconhecimento de seu valor e dignidade, que advém do fato de sermos todos semelhantes, todos filhos do mesmo Pai.
Depois disso, pode vir também o reconhecimento dos talentos, das habilidades e capacidades.
Mas a estima deve nascer sobretudo de um espírito de fraternidade, que antecede qualquer outra qualidade. Antes de tudo, somos irmãos e irmãs.
Devemos ter estima uns pelos outros.
Para hoje, dia 06 de fevereiro de 2014:
“ESTIMAR-NOS MUTUAMENTE”
Abraços,
Apolonio

domingo, 2 de fevereiro de 2014

AMAR-NOS SEM INTERESSE

Bom dia !
Quando falamos do amor sentimento, este só pode se realizar se for correspondido.
Porém, se falamos do amor serviço, não pode existir nenhum tipo de pretensão. Deve ser completamente gratuito. É um amor a fundo perdido desde a sua intenção.
Qualquer traço de pretensão elimina a sua pureza.
Já falamos várias vezes das qualidades do amor puro, mas nunca é demais repetir algumas.
Não faz distinção, toma a iniciativa, ama como a si mesmo, faz-se um com o outro, reconhece a essência do bem que está em cada pessoa e ama até mesmo quem se coloca contra ele.
Quem ama dessa maneira, os seus afetos e sentimentos são purificados.
Para hoje, dia 02 de fevereiro de 2014:
AMAR-NOS SEM INTERESSE

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

sábado, 1 de fevereiro de 2014

ACEITAR-NOS NAS NOSSAS DIVERSIDADES

Bom dia!

Nós somos diferentes uns dos outros. Aliás, não somos apenas diferentes, somos únicos. Cada um é único e irrepetível. A criação de Deus é infinita e para ele cada um é único.
Portanto, devemos nos aceitar e respeitar desse modo, na nossa diversidade.
Ao invés de ser uma barreira, essa diversidade se torna uma imensa riqueza. Basta aceitar o outro como ele é. Com suas idéias, suas crenças, seu temperamento.
Quanto mais nos conhecemos, mais podemos nos ajudar mutuamente. Corrigindo os erros a partir de nós e ajudando o outro sem o julgar ou condenar.
Só o amor constrói e recompõe relacionamentos.
Para hoje, dia 01 de fevereiro de 2014:
ACEITAR-NOS NAS NOSSAS DIVERSIDADES

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com
Tel.: 005591 81185008 (Cel.)
   

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"VERIFIQUEMOS O NOSSO AMOR RECÍPROCO"

Bom dia !

Nunca podemos dar por descontado que já nos amamos.
O amor recíproco é chama que deve ser alimentada a cada instante.
Ele se atualiza a cada dia e se renova a cada instante.
Por isso devemos verificar constantemente a nossa intenção e a motivação de nossos atos.
Devemos checar se o amor recíproco está em linha de frente. Se é a prioridade em nossos relacionamentos.
Devemos intensificar ao máximo a nossa parte, para que a reciprocidade não venha a faltar.
Para  hoje, dia 28 de janeiro de 2014:

"VERIFIQUEMOS O NOSSO AMOR RECÍPROCO"

Abraços,
Apolonio

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"O AMOR MÚTUO NOS UNE"

Bom dia !

O modo como o amor mútuo nos une é muito mais que uma simples união. Ele gera unidade, isto é, nos faz ser uma coisa só.
Isso porque quando nos amamos assim, Deus está entre nós e nele somos um. Portanto, vai além de uma simples união de amigos, familiares, membros de uma mesma igreja, de um movimento, somos realmente um. Somos um corpo.
A única premissa é o amor recíproco sempre presente.
Se falta não podemos afirmar que existe a unidade.
Estejamos atentos para manter esse amor a todo custo.
para hoje, dia 23 de janeiro de 2014:

"O AMOR MÚTUO NOS UNE"

Abraços,
Apolonio
 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

"COLOCAR A CARIDADE À BASE DE NOSSAS AÇÕES"


Bom dia !

Todos nós já sentimos na pele o arrependimento de ter agido no calor de uma emoção.
Nossas ações devem ser motivadas pela Caridade. Ela sabe equilibrar todas as coisas. Ilumina o pensamento, aplaca a ira, dissipa as emoções fortes, dá sentido à piedade e à misericórdia.
A Caridade é mãe de todas as virtudes, portanto nos faz pacientes, compreensivos, bondosos e tolerantes.
A Caridade dá força, coragem e robustece a fé.
Estejamos em sua companhia neste dia.
Para hoje, dia 22 de janeiro de 2014:

"COLOCAR A CARIDADE À BASE DE NOSSAS AÇÕES"

Abraços,
Apolonio
 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

”AMAR SEM ESPERAR SER AMADO”

Bom dia !

Amor puro é aquele sem interesses de qualquer natureza. Não espera nem mesmo um mínimo reconhecimento.
Podemos fazer um agrado ou um afago a alguém motivados por afeição, carinho ou simpatia. São apenas sentimentos.
O verdadeiro amor não é um sentimento, é serviço. É postura de vida e atitude constante de doação.
É dirigido a todos, sem fazer distinções. É totalmente gratuito, por isso é portador de verdade e justiça.
Quem ama não julga e seu amor de misericórdia corrige e justifica.
Quem ama com coração puro vê Deus, que está em cada próximo.
Para hoje, dia 21 de janeiro de 2014:

”AMAR SEM ESPERAR SER AMADO”

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

"NÃO ROMPER O RELACIONAMENTO DE CARIDADE DOM O IRMÃO"

Bom dia !

Nada deve servir de pretexto para romper o relacionamento com irmão. Nem mesmo as suas ofensas.
O amor se é verdadeiro não desaparece nem mesmo com a traição ou ingratidão do outro. Principalmente o amor fraterno.
O outro será sempre nosso irmão. Mesmo quando não age como tal.
Se tomamos uma atitude precipitada, é porque fizemos um julgamento sumário da situação.
A reflexão feita com amor, procura antes de tudo justificar o outro ao invés de condená-lo.
Para hoje, dia 20 de janeiro de 2014:

"NÃO ROMPER O RELACIONAMENTO DE CARIDADE DOM O IRMÃO"

Abraços,
Apolonio

sábado, 18 de janeiro de 2014

Concentrar-se no amor mútuo

Devemos nos concentrar hoje no amor mútuo. Pois bem: tenho simplesmente que fazer algo de bom, de positivo, para alguém próximo ou mesmo distante. Pensamos que uma determinada atitude seja benéfica para o outro ou a outra. Então tomamos a iniciativa de modo gratuito sem desejo algum de recompensa ... Certamente ele se tornará mútuo logo a seguir quando for recebido o seu ato com alegria pelo outro(a). Aí veremos veremos como nos concentrar neste Amor Mútuo.
Abraços,
Otaviano. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

"ONDE NÃO HÁ AMOR COLOCA AMOR E ENCONTRARÁS AMOR"

Bom dia !

A frase de hoje é de autoria de João da Cruz, místico espanhol do século XVI. Já havia citado essa sua frase outras vezes.
O seu significado é muito simples e profundo ao mesmo tempo.
Significa que a responsabilidade do amor é de cada um de nós.
Não podemos exigi-lo dos outros, temos que tomar a iniciativa e colocar amor lá onde não existe ainda.
Não podemos ficar na posição cômoda de exigir amor da parte dos outros. Devemos ser portadores de amor em todos os ambientes.
Depois, esse amor volta até nós de alguma maneira e nós o encontramos.
Para hoje, dia 17 de janeiro de 2014:

"ONDE NÃO HÁ AMOR COLOCA AMOR E ENCONTRARÁS AMOR"

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

"A UNIDADE FAZ A FORÇA"

Bom dia !

Todos nós conhecemos bem o adágio popular que diz: "A união faz a força".
É uma grande verdade. Juntos, em união, se consegue muitas conquistas que sozinhos não conseguimos.
Ainda é mais verdadeiro dizer que A Unidade é A Força. Sim, porque quando se tem unidade, existe a presença de mais alguém entre nós, Deus. Com Ele conseguimos até o impossível.
Portanto, a unidade não só faz a força, mas é a força maior que possa existir. Ela em si já é um milagre, pois coloca juntas pessoas de opiniões opostas, de igrejas diferentes, de raças diferentes, onde desparecem as classes sociais, os títulos e as posições.
Para hoje, dia 16 de janeiro de 2014:

"A UNIDADE FAZ A FORÇA"

Abraços,
Apolonio 




Apolonio Carvalho Nascimento
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

“TER ENTRE NÓS UM AMOR SEM MEDIDAS”

Bom Dia !!

Qual deve ser a medida do amor entre nós?
Deve ser a mesma de Jesus, isto é, sem medidas.
Um amor extremo, capaz de dar a própria vida.
Ninguém pode dizer que não é capaz.
Se por amor, escuto alguém, dei a minha vida.
Se por amor, estou ao seu lado nos momentos difíceis, estou dando a minha vida.
Se não julgo, se sei perdoar, se peço perdão, se sou justo e verdadeiro, é porque dou a minha vida.
Agindo sempre por Deus, com amor puro, serei capaz também de dar a vida física, se me for pedido um dia.
Para hoje, dia 15 de janeiro de 2014:

“TER ENTRE NÓS UM AMOR SEM MEDIDAS”

Abraços,
Apolonio

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

"PARA NOS AMARMOS MUTUAMENTE É NECESSÁRIO ESQUECER DE SI MESMO"

Bom dia !

O amor mútuo em si já significa reciprocidade. Já não é mais unilateral. Portanto, cada um deve estar em uma atitude de doação.
É muito exigente e ao mesmo tempo muito recompensador, pois é a expressão por excelência do amor verdadeiro.
Se a medida máxima desse amor é estar pronto a dar a própria vida pelo outro, então presume-se que para vivê-lo bem é necessário que cada um esqueça de si mesmo. Não  de um modo negligente, mas em atitude de doação total.
para hoje, dia 14 de janeiro de 2014:

"PARA NOS AMARMOS MUTUAMENTE É NECESSÁRIO ESQUECER DE SI MESMO"

Abraços,
Apolonio




Apolonio Carvalho Nascimento
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

"O AMOR MÚTUO EXIGE RESPEITO UM PELO OUTRO"


Bom dia !

São muitas as exigências na vivência do amor recíproco.
Porém, elas são naturalmente cumpridas porque o amor em si já engloba tudo.
A reciprocidade, o respeito e a medida máxima de dar a vida um pelo outro são algumas delas.
Não fiquemos preocupados em cumprir regras, mas apenas em colocar o amor como única regra. A única lei que deve guiar nossos passos.
Vivendo assim, não cometemos nenhuma falta. E se por acaso caírmos, o amor mútuo nos dará a força para levantarmos.
Para hoje, dia 13 de janeiro de 2014:

"O AMOR MÚTUO EXIGE RESPEITO UM PELO OUTRO"

Abraços,
Apolonio